cdalgas@uol.com.br
(11) 3814-8000
Tendo em consideração o limite máximo permitido por lei (NR.15) de 20 ppm em 8 horas de trabalho, temos:
A escolha do catalisador adequado, geralmente depende do tipo de emissão a ser eliminada. A platina, por exemplo, que tem uma grande afinidade pela oxidação de monóxido de carbono, é o único elemento catalítico especialmente desenvolvido para atingir sua eficiência máxima dentro das temperaturas normais de funcionamento do motor. Quando um sistema possui controles simultâneos de hidrocarbonetos e monóxido de carbono, os catalisadores com combinações de platina/paládio oferecem maior rendimento e são capazes de suportar temperaturas dinâmicas e alcances de concentração, ao contrário dos catalisadores de metal.
Para a eliminação de VOC (notadamente, os orgânicos voláteis), e para hidrocarbonetos difíceis, tais como, os de cadeia longa, álcoois ou aromáticos, foi demonstrado através de várias taxas, que os metais do grupo da platina são mais eficazes; estes geralmente oxidam completamente os orgânicos. Catalisadores de platina/paládio são utilizados na eliminação de hidrocarbonetos leves tais como metano, etano e propano. Em geral, a platina é o material de escolha para reações de oxidação profunda que compreendem o monóxido de carbono e outros VOCs. Estes catalisadores são poderosos na oxidação de compostos aromáticos que não podem ser facilmente manipulados por metais de base em baixas temperaturas.
Em se tratando de outras classes de compostos considerados "poluentes prioritários” , tais como os halogenados orgânicos, é preciso que o catalisador seja capaz de oxidar estes compostos halógenos sem produzir uma rápida desativação de suas atividades catalisadoras, Por outro lado, foi demonstrado que os catalisadores de platina em formulações especiais resistem a altas temperaturas, à desativação rápida e, ainda, exibem uma duração relativamente prolongada.
Se você não está usando um Oxicatalisador em sua máquina a combustão, o gás que está saindo pelo escapamento é altamente tóxico. Sem o uso do Oxicatalisador, o operador e outras pessoas que trabalham junto às máquinas podem sofrer diversos danos físicos causados pela inalação de gases venenosos. Esses resultados nocivos vão desde efeitos não perceptíveis até a morte, podendo inclusive causar câncer. Nos vários estágios de intoxicação há uma progressiva baixa na produtividade do indivíduo. Uma máquina equipada com Oxicatalisador tem 95% a menos de Monóxido de Carbono de gases do escapamento, e isso sem o desagradável odor nauseante e a fumaça irritante.
E o custo? Uma máquina a combustão equipada com Oxicatalisador tem baixo custo inicial e operacional, eliminando a necessidade de usar equipamentos elétricos providos de bateria que são extremamente caros e de difícil manutenção. E não é só isso. Com os Oxicatalisadores em suas máquinas a combustão, você poderá continuar aproveitando todas as vantagens de operação básica das máquinas movidas a GLP ou Diesel, como por exemplo: maior velocidade, maior capacidade para carregamento, melhor desempenho em superfícies irregulares, abastecimento imediato e capacidade de 24 horas de operação.